Fundação FC atende à apelo de mãe de vítima de epilepsia no Codó Novo

Francisco Nagib

O quadro Fundação em Ação, levado ao ar ontem, 3, contou a história de Francisco Xavier Aguiar, morador da rua São Luís, Codó Novo, vítima de epilepsia. A mãe dele, Eronildes Xavier da Silva, de 56 anos, responsável pelos cuidados desde criança quando iniciou sua vida de sofrimento tendo convulsões constantes, foi quem pediu ajuda escrevendo uma carta ao programa.

As condições da casa, mostrada na reportagem não é das melhores. Mãe e filho vivem num casebre e sobrevivem com uma renda mensal de R$ 360,00, que foi o que restou da ajuda do governo federal por causa de um empréstimo consignado feito para ajudar nas despesas com medicamento para Francisco.

Quando a carta chegou às mãos do presidente, Francisco Nagib, de pronto fora selecionada dado a gravidade da situação. O pedido maior era apenas uma cadeira de rodas, uma vez que Xavier pesa bastante e só se locomove, para o banheiro por exemplo, com a ajuda de homens que moram próximos à casa de dona Eronildes, que vende carvão para ajudar nas despesas da família.

“Pra mexer com ele, eu não posso com ele e não é toda hora que os meninos estão aqui para ajudar.Eu preciso de uma cadeira de rodas…A VIDA DELE VAI FACILITAR? Diminuir o nosso trabalho, ele pesa muito, ele pesa muito, só uma mulher não pode. Os homens não estão aqui toda hora”, respondeu dona Eronildes, chorando, à repórter Tânia Sousa

“VOCÊ É UM ANJO”

Francisco Nagib esteve na residência com toda equipe do quadro Fundação em Ação e, como sempre faz, conversou com a autora da carta. No bate-papo até descobriu que Xavier, que também tem problemas mentais, gosta de ver jogo de futebol pela televisão e é um torcedor do Botafogo, do Rio de Janeiro.

Houve a entrega da cadeira de rodas e a emoção tomou conta do lar dos Xavier. Dona Eronildes deu um forte abraço no presidente da Fundação e liberou toda a sua gratidão com a frase. “Você é um anjo”.

Os três fizeram um breve passeio na frente da casa inaugurando a nova cadeira de Francisco Xavier que era só alegria.

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