Idosos são presos pela PM fazendo empréstimo em nome de pessoa morta

Dona Gonçala em 2 documentos

Foi a Polícia Militar quem efetuou, ontem, 1º, o flagrante na agência bancária do Bradesco, conduzindo para a delegacia a idosa, Gonçala Miranda, de 79 anos de idade, é dela a fotografia na carteira de trabalho com os dados de Anastácia Ferreira do Nascimento, já falecida.

A falsificação serviu para sacar a quantia de R$ 5.017,00, dinheiro correspondente à um empréstimo feito em nome de uma pessoa morta. Foi a gerente de banco Real Crédito, Mairla Maria da Silva, quem desconfiou do golpe e chamou a polícia, orientada por uma representante do Conselho do Idoso.

“A moça do Conselho do Idoso disse que a gente fizesse com que a polícia tivesse conhecimento, a gente avisou o dia quando a pessoa pudesse receber o dinheiro no banco, que foi hoje pela manhã, a polícia chegou acompanhada da moça do Conselho do idoso eles estavam fazendo o saque do valor, pegaram em flagrante”, revelou ao blog

MENTOR PROCURADO

Mais duas pessoas são suspeitas de participarem do golpe. Uma delas, considerada mentora intelectual do crime, mora no povoado Bacabinha, como dona Gonçala, está foragida, mas a PM flagrou o vigia, José Oliveira Neto. Em nome dele foi feita uma procuração delegando poderes para que ele pudesse assinar e receber o dinheiro em nome da mulher que aparece na fotografia, que é analfabeta.

O senhor José Oliveira, recebeu uma procuração em nome dele, para representar essa senhora junto a instituição financeira para recebimento do montante levantado no empréstimo, ocorre que esta procuração é em nome deste nome falso, nome de Anastácia Ferreira do Nascimento, que segundo se constatou é uma falsificação de documento, o nome verdadeiro desta senhora é Gonçala Miranda”, explicou o delegado

O delegado ainda aprofundará a investigação para determinar em que crimes os dois serão indiciados, por conta disso o advogado da dupla de idosos, Dr. Moisés Neto, achou melhor aguardar o fim do trabalho da autoridade policial para se pronunciar em defesa dos suspeitos, que permanecerão presos.

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