LISTA DO G1 – Candidado a senador apresenta patrimônio de R$ 740 milhões

OS 20 CANDIDATOS A SENADOR COM MAIOR PATRIMÔNIO DECLARADO À JUSTIÇA ELEITORAL
Candidato UF Patrimônio
Marcelo Almeida (PMDB) PR R$ 740.495.543,35
Tasso Jereissati (PSDB) CE R$ 389.019.698,6
Josué Alencar (PMDB) MG R$ 96.067.848,89
Jayme Campos (DEM) MT R$ 67.884.308,88
Ivone Cassol (PP) RO R$ 56.276.545,64
Collor (PTB) AL R$ 20.308.319,48
Acir Gurgacz (PDT) RO R$ 10.913.706,83
Antonio João (PSD) MS R$ 9.326.603,2
José Maranhão (PMDB) PB R$ 8.830.629,26
Helenilson Pontes (PSD) PA R$ 8.784.208,25
Wellington Fagundes (PR) MT R$ 8.666.604,04
Ronaldo Caiado (DEM) GO R$ 7.232.461,92
Gilberto Kassab (PSD) SP R$ 6.536.140,32
Geddel Vieira Lima (PMDB) BA R$ 5.971.124,61
Gim Argello (PTB) DF R$ 4.504.912,92
Elvino Quirino (PSOL) TO R$ 4.496.544,1
Marlene Campos Machado (PTB) SP R$ 4.404.488,56
Kátia Abreu (PMDB) TO R$ 4.044.891,79
Magela (PT) DF R$ 3.794.687,07
Luciano Castro (PR) RR R$ 3.684.974,64

2 comentários sobre “LISTA DO G1 – Candidado a senador apresenta patrimônio de R$ 740 milhões”

  1. Juca Kfouri ataca Aécio abaixo da cintura
    :

    Colunista da Folha associa presidenciável ao uso de cocaína; em campanha permanente contra as entidades que dirigem o futebol brasileiro, Juca Kfouri diz que Aécio Neves condena intervenção estatal no futebol por ser amigo dos que “reduziram o futebol a pó”, referindo-se à CBF, comandada por José Maria Marin; na eleição passada, Kfouri já havia insinuado agressão de Aécio à sua mulher, Letícia; baixaria desnecessária na campanha de 2014

    12 de Julho de 2014 às 12:58

    247 – O jornalista Juca Kfouri, colunista do jornal Folha de São Paulo e comentarista do canal esportivo ESPN Brasil, desferiu um golpe baixo no candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves (PSDB), ao associá-lo ao uso de cocaína no post Aécio ama o futebol, no portal Uol. Juca, em sua campanha permanente contra os dirigentes na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), escreve que Aécio é amigo de quem mantém o futebol brasileiro do jeito que está. E golpeia: “Não está nem aí para os que reduziram nosso futebol a pó.”

    O jornalista, que em novembro de 2009 publicou post em que acusou Aécio de agredir a então namorada, Letícia Weber, critica o fato de o presidenciável ter se posicionado contra a criação de uma agência reguladora do Esporte, classificada pelo tucano de “Futebras”. Ao contrário de Aécio, o jornalista acredita que a proposta é bem-vinda e uma “das questões que devem surgir neste momento em que se impõe um amplo debate sobre o futuro de nosso humilhado, depauperado e corrompido futebol.”

    Juca critica ainda o fato de Aécio ser amigo do presidente da CBF, José Maria Marin, a quem, segundo ele, o presidenciável teria homenageado, escondido, no Mineirão, durante a trágica derrota do Brasil para a Alemanha (7 a 1) na semifinal da Copa. “Deu-se mal porque o que escondeu em sua página na internet, Marin mandou publicar na da CBF”, escreve em seu blog.

    O colunista destaca ainda que Aécio é velho “amigo de baladas” de Ricardo Teixeira, ex-presidente da confederação.

    Agressão

    Em 1º novembro de 2009, Juca Kfouri levantou uma séria polêmica ao publicar que Aécio Neves teria agredido a então namorada (hoje mulher), Letícia, em uma festa patrocinada pela grife Calvin Klein no Hotel Fasano, no Rio de Janeiro. No post A covardia de Aécio, o jornalista escreveu que Aécio “deu um empurrão e um tapa em sua acompanhante”.

    O jornalista adicionou ao post, horas depois, informação de nota em que a assessoria de imprensa do então governo de Minas Gerais desmentia a informação e a considerava caluniosa. Mas fez questão de escrever que mantinha a notícia inalterada.

    No dia 3 de novembro de 2009, quando a notícia ganhou nova dimensão, Aécio foi a público rebater as acusações: “Isso é uma aleivosia tão grande. Eu me sinto, claro, pessoalmente ofendido por isso, mas prefiro até nem comentar para não validar algo tão distante da minha prática cotidiana. Sempre fiz política e vou continuar fazendo no patamar muito superior a esse. E o que eu posso dizer é que é uma calúnia vergonhosa.”

Deixe uma resposta