Maioria dos vereadores não apareceu para trabalhar na véspera do feriadão

Câmara de Codó vazia

Na véspera do feriado de 15 de novembro, dia da Proclamação da República, a Câmara Municipal de Codó não pôde dar sequência aos seus trabalhos ordinários porque faltou vereador.

Só o presidente, Figueiredo Junior, e seus colegas Chiquinho do Saae, Domingos Reis, João de Deus e Pedro Belo tiveram a coragem de quebrar a mania que os brasileiros possuem de se acomodar antes da hora. Sobretudo quando a hora seguinte vem de um feriadão. O resto desapareceu.

Como não atingiu o número mínimo de seis parlamentares presentes, mesmo tendo dado tempo de espera de mais 5 minutos, Figueiredo Junior, não pôde, pelo regimento, sequer abrir a sessão, dando-a por encerrada às 18h11min de ontem, 14.

NA PAUTA

Na pauta havia algumas indicações a serem discutidas e aprovadas.

“Hoje seria lido um projeto de resolução de autoria da mesa que muda o regimento interno da Casa, mas nada de, é só questão administrativa, e algumas indicações, algumas não foram votadas, indicações de números 56 até o 61 de autoria do vereador Pedro Belo, Domingos Reis e Hildemberg Oliveira, e indicações de número 63 e 64 de autoria do vereador Expedito Carneiro, seriam apreciadas e votadas hoje”, disse

PROJETOS IMPORTANTES

Mas também seria uma sessão para discutir projetos importantes como o que trata do novo número de vereadores para a legislatura seguinte e o que determina que o novo presidente será aquele com maior número de votos.

“Também os projetos que estão tramitando na Casa – o que diz respeito ao número de vereadores, apresentado pela Mesa Diretora, e o projeto apresentado pelo vereador João de Deus, onde diz que o vereador mais votado na eleição será o presidente automático na próxima legislatura”, explicou

O projeto de João de Deus, sobre presidência, pelo que percebe-se nos corredores da Câmara, vai enfrentar a rejeição de alguns colegas, mas ainda é cedo para arriscar um resultado. O Vereador, Domingos Reis, por exemplo, acha que ele “fere a democracia”. Por enquanto aquilo que pode virar lei está sendo mastigado nas comissões.

“Então esses projetos estão sendo avaliados nas comissões, nós já sentamos já avaliamos esses projetos, mas são projetos que teem que ser mais discutidos e a gente vai ter mais reunião de comissões, acredito eu, para que a gente possa colocar em apreciação na plenária”, concluiu o presidente

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