MARTÍRIO: Codoenses precisam esperar mais de 1 mês só para agendar pedido de Carteira de Trabalho

César Santos - radialista
César Santos – radialista

O radialista César Santos precisou na semana passada de uma segunda via da sua  Carteira de Trabalho, dirigiu-se ao único órgão que faz este tipo de emissão dentro de Codó e surpreendeu-se com o que ouviu.

Foi informado que teria seis vagas  disponíveis  para agendamento em agosto e uma para julho – ele, então,  poderia escolher. Ressalte-se, não o agendamento futuro não era para receber o novo documento era para poder pedi-lo ao órgão.

“Você ser obrigado a agendar uma data pra julho, agosto ou então setembro porque no momento você não consegue…NÃO ERA PRA RECEBER? Não, era apenas pra agendar, eu vou agendar pra tentar ter uma sorte pra julho agosto ou setembro então do que adianta esse Ministério do Trabalho aqui em Codó, deveria fechar as portas”, revelou o radialista indignado

Diante do caso, fomos à Agência Municipal do Ministério do Trabalho e Emprego na rua Cônego Mendonça, próximo ao Centro Operário Codoense.

O chefe está de férias, mas nós conseguimos falar com um funcionário que trabalha na emissão das carteiras, que não quis gravar entrevista.

Disse que a demanda de 4 cidades (Codó, Timbiras, Peritoró e Coroatá) é atendida nesta agência, 15 fichas por dia. O agendamento foi implantado para evitar que pessoas dormissem  na porta como já vinha ocorrendo. Hoje quem chega atrás de uma Carteira de Trabalho recebe o pedido para voltar só em julho porque, segundo o funcionário, o número dos que procuram por este tipo de documento é muito grande.

Não há previsão de mudança nem a longo prazo.

Por conta disso, César  Santos já decidiu que vai procurar outra cidade da região que ofereça o mesmo serviço e Wagner Ferreira, que encontramos na porta da agência, por enquanto  vai ficar só com a indignação de não ser atendido com a urgência que desejava.

 “A gente pode perder um emprego por causa de 2 ou 3 dias como é que eu vou esperar uma carteira que vai chegar não sei quando…setembro, lá pro outro ano de 2020, pra lá… QUE ACHA DESSA SITUAÇÃO? Ah, tá péssimo, né”, disse o operário que foi em busca de informação.

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