NEM NA HORA DA MORTE – Falta de cemitério público em Codó preocupa a Câmara

Chiquinho do Saae levou à Tribuna da CÂMARA assunto que tem, realmente, afligido os codoenses na hora da morte de seus entes – a falta de local público para enterro dos corpos.

Na atualidade, os cemitérios públicos estão sem espaço. Há cova que recebe, em dia de finados, até 3 famílias diferentes. Isso ocorre porque, pela falta de espaço, corpos vão sendo enterrados na cova que era de outra pessoa, cujos ossos já se desmancharam.

O problema agora é o preço por um enterro nos cemitérios particulares. Existem aqueles que cobram até R$ 700,00 ou mais, dependendo o espaço dentro da área disponibilizada.

“Os cemitérios hoje estão cobrando uma taxa e existem muitas pessoas hoje em Codó que não podem pagar essa taxa. Eu gostaria que esta Casa sentasse com o poder Executivo para que a gente visse uma área, criasse uma lei pra garantir a estas pessoas que não têm, que o município disponibilize uma área pra que seja feito um cemitério porque nós não temos hoje, eu fiquei muito preocupado”

“Até pelos valores que estão sendo cobrados hoje pra sepultar uma pessoa de origem humilde e isso tem acarretado sobre os vereadores porque a pessoa vem procurar o vereador e isso me deixou preocupado, acho que é um tema que nós temos que sentar com o Executivo, ver uma área que possa ser disponibilizar, ou que possa ser desapropriada”, disse Chiquinho

A sugestão do parlamentar é no sentido de cobrar do prefeito Zito Rolim a desapropriação ou disponibilização de uma área onde os mais pobres não precisem pagar para enterrar seus parentes.

“Quem tem condições, tem seu plano funerário tá garantido e quem não tem condição de comprar nem o caixão?”, questionou

3 comentários sobre “NEM NA HORA DA MORTE – Falta de cemitério público em Codó preocupa a Câmara”

  1. Será que Chiquim ………. não sabe que a Prefeitura tem um contrato milionário com uma funerária da cidade? Caixão não é problema, o problema é a Câmara não fiscalizar os atos do prefeito, principalmente na Saúde, que é o que tá matando o povo.

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