NOTA DO SINTSERM – INVERSÃO DE FUNÇÕES E A INTERFERÊNCIA QUE SÓ ATRAPALHA

INVERSÃO DE FUNÇÕES E A INTERFERÊNCIA QUE SÓ ATRAPALHA!

A velha, injusta, ilegal e humilhante prática do apadrinhamento político para o ingresso de trabalhadores no serviço público, infelizmente continua imperando em nosso município através de acordos espúrios principalmente nas pastas da educação e saúde dado o grande número de contratados pela prefeitura.

Precisamos de um gestor, assim como mais especificamente um secretário(a) de educação com autonomia o suficiente para abolir essa prática maléfica do apadrinhamento, pondo um fim a essas possíveis negociatas e não se deixando pressionar por parlamentares que visam unicamente se beneficiar politicamente, desvirtuando assim suas reais funções para as quais foram eleitos que seria sim, a de valorizar o servidor cobrando a realização de concurso público e/ou seletivo de prova escrita e de títulos, assim como um acompanhento, fiscalização e garantia dos direitos de todos os trabalhadores inclusive os terceirizados.

Focamos aqui na secretaria de educação porque entendemos que a referida prática esteja na sua maioria concentrada nela dada exatamente pelo grande número de contratos e que possivelmente tal inferência de parlamentares na pasta deve ter contribuído para uma verdadeira dança na cadeira da educação que só nos últimos cinco anos já se somam seis secretários.

SINTSERM-CODÓ

Em: 30/11/2020.

4 comentários sobre “NOTA DO SINTSERM – INVERSÃO DE FUNÇÕES E A INTERFERÊNCIA QUE SÓ ATRAPALHA”

  1. Muito bem falado, temos que mudar essa prática de apadrinhamento, pois pra isso temos concurso e seletivo que o novo governo tem que ver, pensar, agir e fazer.

  2. Sempre foi assim. Em todos os municípios . O brasileiro tem que aprender que a política não irá mudar nada,que a corrupção sempre existirá. A briga é pelo benefício pessoal . Pena que não seja 50%/ 50% .

  3. Sempre foi e sempre será ou vcs pensam que isso é só em Codó, todos só se elegem porque promete esses cargos, vejo aí que existem servidores que mal sabem escrever o nome, mais estão em cargos comissionados justamente por está velha prática do toma lá dá cá. Temos exemplos em todos os setores do governo e vai continuar assim.

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