A idosa Maria dos Anjos Sousa Rocha foi hoje, 2, por volta das 2h da madrugada, para São Luís numa Van fretada pela Prefeitura de Codó para transportar pessoas que usufruem do Tratamento Fora do Domicílio -TFD – realizando exames ou tratamentos na capital.

Acompanhada de uma filha, foi deixada no hospital errado, não bastasse isso ao chegar no hospital correto constatou que não há nenhum consulta marcada e há 4 meses isso foi solicitado na Secretaria Municipal de Saúde de Codó.

“Primeiro o motorista deixou ela no hospital errado, ela tinha que ficar era do Oftalmocentro e ela foi deixada noutro hospital, aí ela já teve que ir de mototáxi e quando chegou lá nesse hospital não tinha nenhuma consulta marcada pra ela e o papel tá aqui comigo, eu tirei a foto, minha irmã mandei tirar a foto e mandar pra mim pelo whatsApp”, explicou por telefone

Quando ligou para a redação do blog, às 14h54min, de hoje, a filha denunciante, identificada como Ângela Maria,  ainda não sabia se a Van da Prefeitura traria a mãe de volta.

“Ela tem que fazer um transplante de córnea, já tá com 4 meses que eu fui lá (na secretaria de Saúde) pra eles agendar essa consulta agora que agendaram. Na terça-feira me ligaram que já era pra ir hoje…PRECISAVA FAZER ESSA CONSULTA HOJE? É, eles agendaram lá pra hoje, tá no papelzinho tudo marcado, dia 2, 1h da tarde, chegou lá não tem nenhum consulta marcada e ela tá lá nesse momento em São Luís esperando ver se essa Van vai buscar ela. Já to pedindo pra meu sobrinho, se a Van não for dá um jeito de botar ela numa Van aí que aqui a gente paga”, diz

Ao final fez um justo alerta para que outros codoenses não venham a passar pelo mesmo constrangimento e vexame.

“é errado o que aconteceu aí e é bom que não aconteça mais, aconteceu com minha mãe vai acontecer com outra pessoa, é uma coisa séria, São Luís não é tão pertinho não”, concluiu

6 Responses

      1. Senhora faça um comentário e expresse a sua opinião, pois não é digno atacar com expressões ” baixas ” a liberdade de opinar.

        Quanto ao caso TFD, eu sugiro ao gestor da Saúde, que libere a quantia que é tabelada pelo SUS e entregue ao requerente. Aí ele vai do modo que entender mais conveniente e exija que para liberar qualquer outro ” valor “, o cidadão comprove que compareceu ao exame ou consulta anterior.

        Também entendo que o Prefeito não tem qualquer responsabilidade, pois delegou obrigações aos cidadãos que são competentes para gerir a Sec. de Saúde e os programas de saúde.

  1. Rapaz é um erro atrás do outro, e esses erros só prejudicam pessoas humildes,é uma falta de atenção, é falta de cuidado com as pessoas, por parte de que cuida dessa área na secretaria de saúde. Você que faz esse controle, se coloque no lugar de uma pessoa dessa, que sai de casa com quase nada de recurso e é deixada no lugar errado, numa cidade onde você não conhece os lugares, depois chega no lugar certo e não tem consulta marcada… é muita falta de responsabilidade, e quem cometeu esse erro deveria pagar o prejuízo da senhora do próprio bolso. Sem falar na reclamação de falta de medicamento no hospital.

  2. Essa part TFD é d responsabilidad, da assiste social.. Ela é quem liga e agenda as consultas, qto a van q fez o tranporte da pacient ñ entendi pq ele ñ se informou qual hospital era p dxar a pct… Sei ñ…

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