Por Jacinto Junior – A OUSADIA DA DEMOCRACIA

Nutrimos um modelo ideal de sociedade – pelo menos é o que se argumenta quando somos questionados por outrem. Insistimos na possibilidade de conquistar a democracia como enlace elementar na correlação social buscando o aperfeiçoamento, a harmonia e o respeito na tergivergencia. Aderimos complacentemente ao status quo da liberdade sendo que esta está sob condições imprevisíveis de ser usada em sua magnitude por quem de fato dela necessita. Em resumo, a democracia tem sido procrastinada por setores conservadores dificultando o seu acesso a todos os cidadãos comuns. Na realidade, a democracia se constitui num empecilho para a elite branca vira lata.

Jacinto Junior - pensando a política
Jacinto Junior – pensando a política

Entretanto, assistimos assustados a um cenário virulento que se opõe à solidariedade, à verdade e à consolidação das instituições democráticas. O discurso frêmito da intolerância, o incentivo à agressão física e verbal a quem defende determinado ponto de vista – exemplo disso é o caso de Chico Buarque de Holanda, uma legenda histórica brasileira, Eduardo Suplicy, um homem de uma biografia inatacável, e, mais recentemente, o ator José de Abreu e sua esposa num restaurante – todo esse espetáculo oferecido pela mídia conservadora é estarrecedor. Ao que parece existe apenas um lado, o lado do mal, e que este precisa ser extirpado com urgência para não contaminar o ambiente político nacional e menos ainda o cidadão comum e o político carreirista, afinal, nenhum congressista sabe o que é e para o que serve esse vício pernicioso chamado corrupção, pois, ela é uma obra perfeita do lulupetismo; constitui uma vergonha nacional e envergonha nossa nação aos olhos perplexos da comunidade internacional que, por seu turno, desconhecem essa doença cancerígena implantada somente a partir da gestão nada convencional do petismo – essa doença incurável. Até quando seremos manietados pelo poder de uma mídia mentirosa, fraudulenta, tendenciosa, partidária, parcial e altamente comprometida com o sistema opressor do capital nacional e internacional? Mídia essa que apoia a ditadura e abomina a democracia – aliás, democracia para essa imprensa só tem sentido quando lhe interessa, caso contrário, constitui ofensa moral e precisa ser desmontada em sua essência -, pois, quando se coloca na ordem do dia a questão do Marco Regulatório da Liberdade de Imprensa, torna-se uma violenta serpente para extenuar seu veneno antipovo e antigoverno para legitimar suas ilegítimas frases de efeitos de forma sistemática a ponto de midiotizar uma considerável parcela da sociedade que, indisfarçavelmente, passa a apoiar e a defender sua retórica canalha como se a mesma fosse verdade única, absoluta e inquestionável.

A democracia precisa ser ousada e, ousadamente democrática, a ponto de provocar a interlocução entre os sujeitos sobre seu papel e, especialmente, o da imprensa livre comprometida com o fato idôneo.

Não podemos viver e muito menos sobreviver sob o rótulo da liberdade quando esta não nos representa social, cultural, econômica e politicamente; contudo, me é permitido o direito constitucional de questionar o outro lado da informação como ato informacional; além de garantir o direito de optar por este ou aquele veículo de comunicação.

O monopólio não configura nenhuma vantagem, pois, vislumbra a tendência de oferecer uma boa dose de informação sobre este ou aquele, com maior ou menor intensidade, com parcialidade ou imparcialidade. O monopólio é, por natureza, um mecanismo ofensivo à sociedade. Nele é possível constatar a arrogância e o individualismo como principal atenuante na relação social com efeito ideológico magistralmente continuado a favor de um setor e frontalmente oposto a outro. A mídia tem seu partido e sabe que é preciso tê-lo para permanecer intocável em sua ofensiva contra quem deseja perseguir e derrubar. O mais importante é manter sua estrutura integralmente alicerçada na repactuação sistêmica quando lhe convier.

A democracia não pode ser meramente uma retórica. Tem que se constituir numa perspectiva coletiva onde o direito seja efetivamente garantido e respeitado. Insurgir contra a retórica mal empregada é papel da democracia e mais do que combater a mentira e a fraude, a democracia verdadeira deve preservar seus liames históricos convertidos na identidade dos homens serenos e de espíritos ímpetos por querer sua guarida e lutar por sua manutenção.

Nenhuma sociedade antiga e/ou moderna conseguiu sobreviver por muito tempo sem a democracia. A democracia é o alimento básico que empreende a coragem para o homem construir seu pensamento independente e, notadamente, tem contribuído para o engrandecimento dos povos; a democracia é o diapasão que não cessa de fornecer bravura, pureza, singeleza e a ousadia para desmistificar os signos e símbolos que representam historicamente a estigmatização daqueles que desconhecem a verdadeira origem e de sua finalidade. Democracia é sinônimo de engajamento social e é o binômio inconfundível entre liberdade e respeito ao outrem.

Ser democrata é não concordar com a morte da democracia mesmo que para isso, seja necessário dispor de sua própria vida. O democrata não aceita a verdade pela metade e, sim, por inteira.

A nossa democracia precisa ser salva. A forma como ela tem sido retratada pelos órgãos da imprensa “livre” – especialmente, aquela que não quer ser criticada e se acha a própria verdade em si e dona do espetáculo, do furo jornalístico – é uma forma de mata-la homeopaticamente.

Portanto, o deprimente comportamento da imprensa brasileira – salvo raras e honrosas exceções – tem contribuído para provocar a morte da democracia em nome do que supõe ser o melhor caminho para nosso país retomar sua credibilidade, seu crescimento e sua normalidade. Em síntese, a democracia precisa ser ousada e ousadamente atrevida para suportar a ofensiva daqueles que a abominam e não a querem como um bem coletivo, a serviço de todos, para todos e com todos os cidadãos.

15 comentários sobre “Por Jacinto Junior – A OUSADIA DA DEMOCRACIA”

  1. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a dizer que não há ninguém no Brasil mais honesto do que ele. “Tenho tranquilidade. Duvido que algum procurador, que algum delegado da polícia seja mais honesto do que eu, mais ético do que eu, nesse país”, declarou o chefão petista em entrevista à TV Al Jazeera divulgada no dia 11. Assim, pode-se presumir que Lula não tenha ficado nem um pouco preocupado com a notícia de que o ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, determinou que os processos nos quais o ex-presidente é investigado fossem remetidos à primeira instância, isto é, aos cuidados do juiz Sérgio Moro.
    A decisão de Teori colocou um ponto final na estratégia petista de conseguir foro privilegiado para Lula, por meio de sua nomeação para um Ministério do governo de Dilma Rousseff. A nomeação acabou suspensa pelo Supremo, mas Teori levou mais de um mês para enfim remeter o caso para a primeira instância – e o magistrado incluiu no pacote enviado para Moro os ex-ministros petistas Edinho Silva, Jaques Wagner e Ideli Salvatti.
    Agora, finalmente, Lula terá de se entender com a “República de Curitiba” – nome que o próprio chefão petista, em uma das conversas interceptadas pela Polícia Federal, usou para se referir à força-tarefa da Lava Jato. “Eu sinceramente estou assustado com a República de Curitiba. Porque a partir de um juiz de primeira instância, tudo pode acontecer nesse país”, vociferou o ex-presidente na gravação, sem esconder seu desrespeito pelo trabalho até aqui exemplar dos responsáveis pela Lava Jato.
    Em outra ocasião, também registrada pela polícia, Lula diz que “esses meninos da Polícia Federal e esses meninos do Ministério Público, eles se sentem enviados de Deus” e acrescenta: “Eu sou a chance que esse país tem de brigar com eles para tentar colocá-lo no seu devido lugar”.
    Lula terá essa oportunidade muito em breve. Ontem, havia informações segundo as quais a Lava Jato preparava três denúncias contra o ex-presidente, contendo acusações relacionadas ao petrolão. Segundo o site da revista Época, Lula pode ser denunciado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro – as penas, somadas, podem chegar a 15 anos de prisão.
    Ademais, no pedido de abertura de inquérito feito ao Supremo em abril, a Procuradoria-Geral da República acusa Lula de ter tido, “no exercício do mandato presidencial”, uma “posição dominante na organização criminosa” estruturada para assaltar a Petrobrás, conforme publicou ontem o site Congresso em Foco. Na mesma peça, o procurador-geral, Rodrigo Janot, diz que “essa organização criminosa jamais poderia ter funcionado por tantos anos e de uma forma tão ampla e agressiva no âmbito do governo federal sem que o ex-presidente Lula dela participasse”. Os procuradores da Lava Jato são da mesma opinião.
    Questionado na entrevista à Al Jazeera sobre essa acusação, Lula disse que “esse procurador deve ignorar como funciona a Petrobrás”, o que explicaria “uma bobagem dessa magnitude”. E então Lula aproveitou a deixa para se dizer perseguido, seu papel favorito. Segundo ele, a Lava Jato está “coagindo os empresários a comprometer o Lula”, por meio das delações premiadas. “As delações, na minha opinião, estão sendo banalizadas, porque você prende um cidadão, fica ameaçando o cidadão, ameaçando prender a mulher, o filho, se a pessoa não delatar. Dessa forma, as pessoas irão delatar até a mãe”, disse Lula, sugerindo que a Lava Jato usa métodos escusos para produzir provas contra a quadrilha que pilhou o Estado durante os governos petistas.
    Tais acusações não são próprias de quem se diz tranquilo porque é inocente. Se Lula nada deve, não tem o que temer – afinal, ao contrário do que o ex-presidente imagina, a Lava Jato só age conforme a lei. Sérgio Moro já proferiu 105 condenações, e raras foram as que acabaram revertidas em tribunais superiores. Portanto, o chefão petista terá todas as condições de mostrar que quando diz ser o homem “mais honesto deste país” não está apenas roncando grosso.

  2. Jacintho: É muito fácil falar sobre determinados assuntos e não fazer o que falam. Este socialismo maléfico que o seu partido tentou implantar no Brasil cujas consequências aí estão, não é praticado por ninguém que se diz simpatizante desta prática que não deu certo em lugar nenhum do mundo. Não se faz nenhum país ir pra frente empobrecendo os ricos e dando dinheiro para um exército de vagabundos que passam a vida em filas de bancos e lotéricas recebendo as esmolas e que se transformaram em eleitores do PT. Este partido é o maior exemplo do que não se deve ter em um país civilizado. Mês pêsames por você ter embarcado nesta canoa furada.

    1. Já deu para perceber – lingua de trapo – o quanto você “entende” perfeitamente de economia, inclusive, o verdadeiro papel do Estado como indutor de políticas públicas. Agora, fazer apologia aos ricos, isso, de fato, é muito construtivo; o que demanda uma consciência social profundamente alienada, submissa e alheia aos processos economicos sobre o caráter redistributivo da riqueza. Como sugestão, leia as seguintes obras para teres uma compreensão do processo economico: “O Capital no Século XXI, do pensador economico francês Picketty, publicado pela editora Alternativa; e, “Para Além do Capital”, do pensador Húngaro I. Mészáros, publicado pela editora Boitempo. Não pedirei para leres “O Capital”, de Marx, por ser muito complexa e densa teóricamente, são quatros volumes e, pelo que conheço de nossa cultura, somos um povo que lemos muito pouco e, muito mau. Para constatarmos esse fato, comparemos esse item (nível de leitura, apenas com os nossos ‘ermanos’ argentinos que, em um ano lêem, em média, oito obras, e nos brasileiros, apenas 4. Perdoe-me minha petulância teórica, sobre o campo do socialismo você cita, precisa aguçar seus estudos/conhecimentos; pois, o governo sob a tutela do PT – 12 anos de governança – nunca implementou o dito “socialismo” que você se refere. Na verdade, o PT trabalhou uma vertente chamada socialdemocracia – tal vertente é muito comum em toda a Europa. As chamadas políticas compensatórias – essas denominadas Bolsa Família, PROUNI, PRONATEC, FIES e outras, são ações do Estado para “amenizar” as diferenças sociais gritantes geradas pelo capitalismo. E note bem que, tais políticas assistencialistas nunca foram priorizadas nos governos conservadores (FHC e Cia). De que civilidade você se refere? realmente, é necessário aprofundar seus estudos sobre o caráter civilizatório mundial. Barbaridade tché! Saudações.

      1. Esse “mau” foi mau. Mas me fala aí sobre a tua condenação por MAL feitos quando era secretário de Educação. Pasmem, senhores! A Madre Teresa de Codó tá com os fundilhos expostos.

  3. Com todos respeito professor, sua leitura da realidade estar totalmente errada, nem me dei ao trabalho de lê o texto por completo.
    A começar pelo título do texto “ ousadia da democracia “, que ousadia? O senhor faz parecer que a democracia e uma coisa ruim, o que não é verdade
    O senhor fala que a democracia tem sido um empecilho para a elite branca, só esqueceu de dizer que quem teve no governo foi o PT nos últimos treze anos, as elites brancas são os empreiteiros amigos de lula e Dilma?
    O senhor fala em Zé de abreu, é o que cuspiu na cara de um homem e da sua mulher em um restaurante? De que lado e a intolerância nesse episódio? Do casal?
    Parei de lê nesse ponto, com todo respeito cansei de tanta bobagem.
    Faça uma leitura real da realidade, sem tendências ideológicas

    1. A reciproca é verdadeira, caro Izaias Marques. Fazer uma abordagem sobre a categoria em epígrafe não constitui tarefa fácil. Mais ainda, quando o posicionamento revela o lado contrário daquilo que se espera ouvir: a naturalização dos fatos. Isto é, a democracia só tem sentido quando a mesma beneficia alguém; entretanto, quando ela se opõe a alguém, logo deixa de ter sentido e passa a ser combatida veementemente. A burguesia detesta a democracia por a democracia permite a participação ampla dos sujeitos em todos os processos sociais. Já não é mais um instrumento dos ‘iluminados’ e romantizada. A essencia da democracia é a participação direta; o inverso disso, é ditadura, isolamento e individualismo. O fato de o PT comandar o poder político durante 12 anos e, com isso, inverter a lógica política segregacionista que vinha desde a “invasão deste solo adormecido”, engendrou o processo democrático participativo. A elite branca vira lata sabe que é perigoso o povo controlar o poder e por isso, promove uma ofensiva contra as políticas públicas tais como: as Conferências realizadas na gestão Lula/Dilma. E a questão do Marco Legal da Comunicação que é vista pela elite branca vira lata como um absurdo, uma tentativa de amordaçar a ‘imprensa livre’. Seria interessante você conhecer a estrutura de comunicação nos EUA e na Alemanha, aliás, em toda a Europa.
      Uma observação sobre o caso do José de Abreu: qual foi o fato que originou a cusparada no casal “tolerante”? Houve respeito por parte do casal coxinha e agora escondidinho em relação ao outro?
      A dialética tem sido minha salvaguarda, e, por extensão, ouso, atrevidamente, avançar na crítica crítica. Não escrevo texto para agrada-lo, ao contrário, viso exatamente propor uma discussão de alto nível e um debate qualificado. Para alguns, deixar a mesmice e a preguiça intelecutal custa caro e poucos são corajosos o suficientes para irromper com tal cultura comodista (impregnada da naturalização dos fatos).
      Não sei se vós sois um sujeito com formação superior – para mim, isso não importa, entretanto, se o for, parece-me que não conheces alguns critérios, procedimentos e categorias para argumentar de forma pobre e tacanha – mas devo considerar alguns pontos apresentado em sua perita arguição:
      1. Todo e qualquer indivíduo tem a garantia constitucional de expressar sua opinião e pensamento sobre quaisquer objeto. É para isso que serve a democracia e a liberdade;
      2. Em nenhum momento afirmei que a democracia é algo tenebroso e assustador, ao contrário, afirmo que ela é a pedra de toque para o homem lutar por seu sonho e realizar sua caminhada socialmente, com independencia e autonomia;
      3. Agora, sobre o contraponto aferido por vós a respeito de minha opinião quando, contundentemente, defino a democracia como um empecilho para a alta burguesia é uma verdade. Essa afirmação ela é assentada nas experiências de vários períodos revolucionários da história universal, aonde a burguesia se torna classe revolucionária e conquista o poder para depois, retornar ao que era antes: ou seja, conservadora, abominável, reacionária e seletiva. A burguesia não gosta da democracia por que a democracia reflete a presença da maioria e a maioria é a classe trabalhadora;
      4. Não fiz menção ao governo do PT por entender que foi a partir desse governo que, efetivamente, insurgiu o processo democrático e, ao mesmo tempo, teve seu auge. E a elite branca vira lata, raivosa, odienta derrubou um governo democrático com um golpe parlamentar, simples assim!
      5. E, por fim, é impossível quaisquer pontos de vista ser separados de uma ideologia – é por isso que perguntei se você passou por uma universidade e/ou faculdade e não conheceu a disciplina Sociologia e/ou Filosofia. Somente a burguesia acredita e dissemina esse discurso idiota da neutralidade tanto na ciência quanto na luta social.

      Minhas ponderações teóricas são, essencialmente, baseadas na realidade social, com uma diferença: busca o outro lado da história. Questiono a história ao inverso, entendo que dessa forma, é possível vislumbrar o fortalecimento da democracia. É um posicionamento, digamos, “marginal” e dialético. Saudações, Izaias Marques.

    1. Obrigado, Paulo Roberto. Sei que a reflexão é a pedra angular para fomentar uma sociedade crítica. A elaboração teórica requer estudo e pesquisa. Não sou um expert em dado tema, porém, esforço-me para concentrar uma opinião consistente e capaz de provocar o debate e a discussão. Aliás, a tentativa que empreendo para qualificar o debate tem sido praticamente nulo, pois, os coments nem sempre apontam para o conteúdo exposto. Saudações e, mais uma vez, obrigado pela simpatia.

    1. americo silva, não acho normal essas mordomias, pelo contrário, as abomino com todas as minhas forças. A minha ideia é de que um representante do povo deveria receber apenas um salario minimo para exercer o mandato. O modelo mais proximo do ideal que penso ser, na atualidade é o da Suécia. Nenhum dirigente político daquele país possui mordomias, todos, sem exceção, vão para o seu trabalho a pé, ou de bicicleta ou, ainda, de metrô. O Estado sueco não disponibiliza molrdomias aos seus representantes. E todo cidadão se assim o desejar pode ter acesso a todos os gastos realizados pelos políticos. Não podem recusar prestar tais informações, pois, podem perder o mandato e serem punidos.

      1. Caro jacinto não referi à você sobre as mordomias dos Políticos, mas sim, criticando um comentário sobre o língua de trapo. Um abraço.

        1. Perfeito americo silva. Achei interessante sua colocação e decidi, aprofundá-la. Claro que nós temos pessoas que odeiam a simples ideia de combater essas mordomias e, por isso, preferem ficar no anonimato, ou, então, querer fazer parte desse “bolo vergonhoso” que é o assalto aos cofres públicos por esses mecanismos degradantes. Mais uma informação, os “pobres” juízes – magistrados – querem um auxilio estudantil no valor de R$ 7.000,00. Veja só o nível de comprometimente desse segmento que deveria ser o guardião da moralidade e ética, com essa famigerada ideia, só fortalece a cultura da mordomia. Outra informação: As Olimpiadas que seriam realizadas em 2022 na Suécia, o governo já despachou por que não vai retirar dinheiro público para gastar com a iniciativa privada. Isso sim, é digno de nota.

    1. Ronaldo não esqueça do Sarney, da Roseana e do Edison Lobão, todos foram citados por Sérgio Machado. O PT não inaugurou o processo de corrupção neste país, é melhor estudar a nossa história mais detidamente para compreender quem foram os verdadeiros genios de nossa famigerada corrupção. Volto a perguntar, Ronaldo, o que você compreendeu do conteúdo exposto?

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