Por Jacinto Júnior – E COMO FICARÁ O FUTURO DE CODÓ? (PARTE I)

Professor Jacinto Júnior

Historicamente, a sociedade civil organizada codoense tem tido uma intransponível e gigantesca “muralha” – sentido figurado – que a impede de fazer sua própria caminhada, de forma autônoma e independente – onde sua intervenção deveria ser o epicentro da transformação estrutural do campo político.

E quais são os fatores salientes que se manifestam e procuram obstruir toda e qualquer articulação de natureza popular e que, a priori, determinam a sua exclusão no processo revolucionário dessa mudança estrutural?

Certamente, o tempo é o nosso melhor aliado para compreender a razão e a lógica prevalente entre quem, efetivamente, controla o poder político e quem é controlado, e o desejo do controlado em querer libertar-se do jugo arbitrário denominado “poder político e econômico”.

É abissal a diferença entre esses elementos que constituem, por um lado, a sociedade civil e, de outro, as forças conservadoras minoritárias que permanecem controlando o poder político com a imersão do “poder econômico” sobre constante pressão àqueles destituídos das imperceptíveis garantias constitucionais e da própria dignidade; isto implica afirmar que, tal lógica, espraia-se e contamina os concidadãos desavisados intelectualmente – ou seja, que não têm e não tiveram acesso à educação e aos diversos saberes sociais, por consequência, sofre indiscriminadamente, pela ausência desses direitos elementares.

Cotejar, em pleno século XXI, a garantia da cidadania é o mínimo que essa sociedade civil codoense anela, com o fito de impedir o infeliz embrutecimento social, gerado pelos detentores do poder político e econômico.

Retomando a questão acima provocada, é possível sim que, a sociedade civil codoense produza uma mudança radical nas estruturas carcomidas desse poder político e econômico que ultrajam sua decência, sua moral e sua ética. Contudo, o caminho a ser percorrido para realizar essa façanha vai exigir de cada cidadão/cidadã a coragem pessoal para romper com a cultura disseminada pelos detentores do poder político e econômico e que está impregnada nas entranhas de cada cidadão/cidadã: a contumaz corrupção. A corrupção é a emblemática força simbólica que impera e demole a condição moral dos indivíduos. E, isso, constitui-se numa tragédia falimentar! O aliciamento é o método mais vergonhoso estampado na ação de um político que afirma sua condição de corrupto/corruptor. E, para justificar essa maldita cultura, diz que a “coisa só funciona dessa maneira”. Mentira! Canalha é quem favorece o alargamento desse ato indecente!

Há, sim, diversos elementos constitutivos que podem ser utilizados pelo povo para rejeitar esse modelo cruel e assassínio de “reputações”.

2 comentários sobre “Por Jacinto Júnior – E COMO FICARÁ O FUTURO DE CODÓ? (PARTE I)”

  1. Esse rapaz e dificil, última palavra em conhecimento. Quando teve a oportunidade de fazer(sec de eudacação) alguma coisa, não fez, só saber falar. FRACO

  2. Falar bem, ” ESCREVER BEM” Anão é sinônimo de competência.
    Já que ele fala em desavisados intelectualmente, o que ele tem razão, porque a família Sarney fez com que o povo maranhense ficasse ANALFABETO, para que fosse manipulado politicamente com mais facilidade , ele, o JACINTO, deveria usar um português mais simples para que a maioria da população e talvez até os que se dizem mais esclarecidos, entendessem o que ele quer dizer.

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