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Eles estão na cidade inteira, mas se concentram no centro comercial porque o trabalho deles é convencer o consumidor. Necessários para muitos empresários, mas indesejados pela maioria dos querem comprar e o motivo é um só – o barulho que à todos incomoda.

as vezes é preciso procurar duas três vezes, quatro, porque num dá da gente assuntar o que o vendedor tá dizendo”, reclamou o aposentado José Severino Alves

84 DECIBÉIS

O Código de postura do município estabelece regras para limitar o volume desses carros de som. Pela norma o volume não pode ultrapassar os 84 decibéis, mas não é isso que ocorre segundo o ouríver, José Austríaco.

“Com certeza que não, é de 100 pra cima, se passassem na medida certa até que seria agradável, o problema é que eles não respeitam as leis e passam por cima de tudo”, afirmou

A confirmação do desrespeito é de quem enfrenta o problema há décadas.

“Pra nós aqui do comércio é triste em saber que as pessoas não tem uma consciência de respeitar, as vezes fica difícil até atender um cliente porque a poluição sonora é demais”, reclamou Austríaco

FECHADA PARA SOM

O perímetro, que abrange cerca de três ruas do centro (Afonso Pena, 28 de julho e Colatino Borborema), já chegou a ser proibido para carros de som com volume aberto, mas não houve fiscalização e a norma tornou-se sem efeito.

Diante disso, a estudante Iara Dias pediu o retorno da proibição e punição severa para quem descumpri-la.

“Ver uma punição severa porque esse negócio de pegar e pagar só uma quantia não adianta porque no outro dia a pessoa está cometendo o mesmo erro, senão pior”, afirmou

MAIS BARULHO

As medidas devem ser urgentes, pediu o taxista, Manoel da Graça Oliveira Sousa, o Pelado, que trabalha na área, porque quando a propaganda política volante começar a situação tende a ficar insuportável.

“A tendência é piorar porque o número de carros de som que vai aparecer nas ruas com propaganda política vai ser um absurdo, se não tiver nenhum providência, a tendência é ficar insuportável esse barulho todinho”

O chefe do Departamento de Trânsito, Antonio Carrias, informou que não há na Prefeitura o aparelho que faz a aferição do som, o que dificulta o trabalho de fiscalização. Quanto a situação piorar com a propaganda política, disse que vai aguardar quais serão as atribuições da Prefeitura repassadas pela Justiça Eleitoral.

A Justiça Eleitoral fechou acordo com os partidos políticos para que cada coligação, e Codó tem 5 majoritárias, tenha o direito de usar apenas 13 carros. Por causa da poluição sonora os minitrios estarão proibidos de circularem no período de propaganda política.

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