Apesar do pequeno número de participantes o protesto foi realizado ontem, 13, em frente à Prefeitura. Esteve presente a representação dos professores que foram contratados temporariamente e a reclamação referiu-se à salários.

Manifestantes na Ferreira Bayma

Ana Lourdes Moreira dos Santos, uma das manifestantes, explicou que hoje quem é contratado ganha apenas a metade do que recebe por mês alguém que já é do quadro efetivo, algo em torno de R$ 641,00.

´Nós ganhamos metade do que os efetivos ganham e trabalhamos a mesma carga horária, temos formação igualmente à eles então é pra isso que nós estamos lutando pela nossa equiparação salarial”, reclamou

NÚMEROS

Incluindo os 210 que fizeram o seletivo mais recente, de acordo com informações do Sindsserm, mais de 700 professores convivem hoje com esta desigualdade salarial por serem contratados.

O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, professor Rafael Carlos Araújo da Silva, disse que já procurou a Secretaria de Educação pedindo a equiparação, como não recebeu resposta positiva vai procurar fazer a correção por meio da Justiça.

“Nós estamos acionando o judiciário para tomar as medidas, reverter a situação inclusive vamos requerer o retroativo porque esses professores estão contratados desta forma desde o ano passado, judicialmente”, garantiu

EFETIVAÇÃO

Rafael explicou ainda que o pedido de efetivação será mantido na mesma ação porque entende que a Prefeitura ao fazer o seletivo simplificado usou de ma fé contra os professores querendo contratar temporariamente, quando existe a necessidade de formação de um quadro permanente.

JACINTO FALOU

Estivemos com o secretário de Educação, professor Jacinto Junior. Ele explicou que a equiparação é inviável porque quem foi contratado já sabia desta condição, principalmente, aqueles que passaram pelo seletivo simplificado, pois isso já constava no edital.

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