O jovem cantor Sidrack Martins foi entrevistado rapidamente pelo blogdoacelio ontem, quando participava de um momento de descontração da Conferência Municipal da Juventude.

De origem humilde, Sidrack contou que batalhou muito para conseguir cantar nas noites codoenses. Encarou o preconceito bem de perto e o criticou. Revelou que as pessoas ainda esperam que os cantores sejam do tipo ‘branquinho e arrumadinho”.

“Tem pela questão da classe, credo e cor. A questão que o cantor tem que ser branquinho, arrumadinho, engomadinho e primeiro quando eu chego aquela impressão de que não vai sair nada, devido a persistência, vem ensaiando de madrugada, correndo atrás de contrato – bota pra eu tocar, gente, me dê oportunidade – questão de persistência, foco, força e fé, três ‘f” que eu gosto de usar sempre”, disse

O jovem que toca violão e guitarra tem grande planos para sua vida artística, um deles é viajar para conhecer novos horizontes da Música Brasileira, o que pretende fazer ainda este ano. Sidrack vai dá um tempo de Codó.

“Meu grande sonho é a questão do NÃO AO PRECONCEITO. O preconceito ainda tem muito em Codó, nós povo negro ainda estamos muito cheio, temos que bater nessa tecla ainda, não ao racismo, não ao preconceito, não a homofobia, o preconceito em si”, afirmou

5 Responses

  1. Te conheço desde quando era mulequinho e em casa seu apelido era táxi, tudo que mandava VC fazer, VC queria um real. Força meu velho que VC vai vencer. O segredo é paciência….. Paciência…. Paciência. Abraco

  2. Muita gente metida a besta nesse lugar lindo e com muitas pessoas talentosas.”valores próprios da nossa Terrinha”deveriam ser visto com outros olhares!

  3. Sidrack conheço você desde criança, fomos vizinhos e vi você algumas vezes passar com o violão e arriscar alguns acordes. Tenho orgulho de você e que esse sonho te faça maior e que consiga realizá-lo!Sucesso moleque!!!!

  4. Você é um jovem talentoso e tem futuro só precisa de uma oportunidade e uma boa produção musical para orienta-lo. quanto ao preconceio esta doença encutida na cabeça de alguns, infelismente existe e dificulta a trajetoria de nós negros em qualquer campo profissional, mas temos que fazer a nossa parte, entre para o movimento e torne-se uma voz em defeza da igualdade racial e do combate ao racismo, estamos juntos.

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