Nas ruas de Codó, alunos da escola Lalá Ramos, mantida pela Associação Pestalozzi e parceiros, fizeram hoje pela manhã (26/09) um desfile destacando os serviços oferecidos atualmente a quase 200 crianças e adolescentes com alguma deficiência.
“E dentro dessas atividades com essas atividades de saúde, com esses cuidados, tem a fonoaudiologia, enfermagem, a terapia, terapia ocupacional e que ajuda muito na inserção, nos cuidados de saúde junto a pessoa com surdez também”, explicou a fonoaudióloga Márcia Cruz Silva Araújo que é vice-presidente da Pestalozzi.
São 41 anos de trabalhos, quem tem uma criança atendida pela Pestalozzi como dona Naídia Delgado, é só agradecimentos. Ele sente o desenvolvimento da filha que, entre outros problemas, não consegue andar.
“É muito importante, porque só em tá trazendo ela aqui pra rua, é muito gratificante (…) ela melhorou o modo dela se expressar com as pessoas, não tem, é isso aí”, frisou
Mas, por causa da semana em que se comemora o dia do Surdo, que é hoje 26 de setembro, eles, os surdos, foram o motivo maior do desfile. Eliel Lima, presidente da Associação em Codó, explicou o motivo.
“Pra chamar a atenção da sociedade de modo geral de que nós pretendemos continuar lutando pela inclusão das pessoas surdas, na sociedade de modo geral, muitas conquistas já foram alcançadas, mas ainda há muito a se alcançar, a lutar para que seja implantado”, explicou
EXCELENTES RESULTADOS
Hoje a Pestalozzi de Codó trabalha com 28 alunos surdos garantindo além de acompanhamento profissional interdisciplinar, ou seja, de várias especialidades, alfabetização e estudo avançado em Libras.
Há 7 anos, é a professora Cilene Nascimento Rodrigues Bonfim a responsável por esta parte na escola e ela se orgulha de tantos resultados considerados, por todos, excelentes.
“Temos 7 alunos na escola regular, já temos alunos na UFPI no Piauí que está fazendo faculdade de Libras, temos alunos que já terminaram o Ensino Médio e temos alunos que estão No Ensino Médio, todos que foram alfabetizados aqui, depois conseguimos introduzir na escola regular”, relatou a educadora