Uma decisão do Tribunal de Justiça do Maranhão, assinada pelo desembargador  Marcelino Chaves Everton, mandou soltar na tarde de segunda-feira (24) o médico Guillermo Quiroga  Cuellar que iniciou cumprindo uma prisão temporária de 5 dias, no dia 13 de novembro, depois transformada em preventiva.

O pedido foi feito pelos advogados, pela sequência legal, primeiro ao novo juiz titular de Timbiras, Dr. Alessandro, que o negou, mantendo Quiroga preso preventivamente, mesmo diante de um parecer do Ministério Público favorável à soltura.

Levando o caso ao TJ/MA, o desembargador considerou os bons antecedentes, residência fixa e emprego certo uma vez que o médico  é concursado.

Na saída da delegacia de Codó onde ficou em sala reservada não quis falar com a imprensa, nem seus advogados.

REGRAS PARA SE MANTER LIVRE

O ortopedista vai responder ao processo em liberdade a partir de agora sob algumas condições.

  • Não poderá se ausentar de Timbiras quando for requisitado para qualquer ato referente ao processo (QUE É a permanência conveniente à instrução processual);
  • Também não poderá sair de casa no período da noite(QUE É o recolhimento domiciliar no período noturno e nos dias de folga quando o investigado ou acusado tenha residência e trabalho fixos);
  • e ainda terá que se apresentar de 30 em 30 dias à Justiça de Timbiras para informar ao juiz o que anda fazendo, inclusive profissionalmente( justificar atividades).

NO MINISTÉRIO PÚBLICO

O Ministério Público, por meio da promotora Linda Luz, que está respondendo por Timbiras,  já tem conhecimento do inquérito, mas pediu novas diligências à Polícia Civil para poder formalizar a denúncia à Justiça.

Entre elas, pode estar a identificação do homem à quem a vítima chama apenas de ‘NEGÃO’.

O delegado Alcides Nunes Neto nos informou que a identificação deste homem, que estaria dentro de um quarto de motel e seria o responsável por apontar arma de fogo contra Rejane forçando-a ao aborto, está quase concluída.

NO INQUÉRITO

Quiroga foi indiciado pelos crimes de AMEAÇA, CÁRCERE PRIVADO e ABORTO TENTADO CONTRA A VONTADE DA GESTANTE Rejane Silva Rodrigues, com quem, segundo a própria,  mantinha um relacionamento extraconjugal havia 1 ano e meio.

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