Tradição de reformar casas no fim do ano mexe com a economia de Codó

Dona Irani Nascimento e as irmãs resolveram deixar a casa maior. Além de melhorar o conforto planejam abrigar um negócio de família na rua S. Silva, bairro São Pedro. Tudo isso aliado a satisfação de todos em fazer a famosa reforma de fim de ano.

é uma coisa esperada, a gente tava esperando fazer isso a muito tempo, não tinha condição de fazer, agora melhorou as coisas, tá fazendo, com certeza, todo mundo vai ficar feliz”, disse ao blogdoacelio

ECONOMIA AQUECIDA

Com ou sem planejamento muita gente gosta de fazer alguma mudança na casa nesta época e esta tradição acaba influindo em muitos setores da vida econômica da cidade.

Os trabalhadores da Construção Civil e lojas de material de construção, reforma e acabamento, não tenha dúvida, vivem um momento especial, muito embora tenham opiniões diferentes quanto a rendimento e lucros.

O consumidor. Este só fala em gastar, mas em locais que estejam de acordo com o orçamento da família que olha, analisa a qualidade, pesquisa. Foi assim que seu Gilvanir Diniz, comerciante, chegou a conclusão que vai poder levar a mudança que queria para o banheiro de casa.

“De uma vez fica difícil porque o orçamento estoura. A gente vai comprando aos poucos, guardando no final, a mão de obra também é muito cara, mais de seis meses a gente foi comprando uma peça, guardando, na medida do possível né”, frisou

SERVIÇO SOBRANDO

Quem trabalha de maneira autônoma como seu José Francisco da Silva Sousa está querendo é mais tempo para atender à tantos chamados. Ele é marceneiro e revelou ao blog – vive um dezembro onde fazer duas refeições por dia, as vezes, fica difícil.

“eu não to dando conta do trabalho, tem bastante serviço, to sem tempo até pra comer, fazer duas refeições ao dia, trabalhando o tempo todo…RENDIMENTO MELHORA? Melhora, não dá pra enricar, mas dá pra tirar o sustento dos filhos” , respondeu

Com uma certa insatisfação, ainda que pequena, na cidade só encontramos mesmo alguns lojistas. Alegam que houve até queda nas vendas em relação ao ano passado, mas nada que os deixem tão desanimados assim, como podemos sentir no depoimento do gerente de loja, Walber Cunha.

As vendas, acho que a gente tem que agradecer primeiro à Deus, ESTÁ RAZOÁVEL, em relação ao ano passado eu acredito que tenha caído um pouco de cinco a 10%, ano passado foi melhor, este ano a gente tá tendo alguma dificuldade com relação as vendas”, afirmou Walber

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