Wellington Salazar quer professores preparados para lidarem com gays adolescentes

Wellington Salazar

Por ocasião de uma plenária de discussão sobre infância e juventude, promovido a algum tempo pelo Conselho Tutelar de Codó, o blogdoacelio teve a oportunidade de entrevistar o presidente do Grupo Atitude, Wellington Salazar, que estava presente.

Salazar cobrou o preparo de professores codoenses para lidar com a Diversidade Sexual em meio aos alunos, sobretudo, os adolescentes homossexuais que são mal tratados nas escolas por conta de despreparo de quem poderia ajudá-los.

“São muitas coisas, né Acélio, inclusive a temática Diversidade Sexual dentro das escolas porque é uma realidade. Será se os nossos professores estão sendo preparados? Será que eles não discutem porque não foram reciclados pra isso?”, questionou inicialmente

DIREITO DELES

O presidente entende que o Estatuto da Criança e do Adolescente garante isso quando fala de direitos.

“A questão é, se está garantido no Estatuto da Criança e dos Adolescente o direito ao respeito, o direito a liberdade, então também eles teem que ter direito a livre orientação sexual e isso tem que haver nas escolas, a conscientização, mas pra isso o professor tem que ser preparado”, argumentou

GERAÇÃO PREJUDICADA

Ele quer que os professores sejam qualificados para lidar com situações do tipo porque como vem ocorrendo muitos adolescentes teem deixado até as escolas por conta da discriminação que sofrem.

Outras gerações de Gays, Lésbicas e Transexuais codoenses já se perderam longe da escola na opinião de Wellington que deseja mudar esta triste realidade.

“O adolescente acaba sendo vítima de discriminação, até porque bulliyng não é só dá um tapinha na criança não, ficar com chacota chamando de ‘viadinho’ aquela coisa, nisso a criança, o adolescente se fecha, não volta pra escola, abandona e a realidade é a que nós temos hoje aqui homossexuais jardineiros, empregado doméstico, cabeleireiro, nós queremos ver homossexuais universitários, professores e por aí em diante, nós temos que mudar esta realidade”, disse complementando:

“A população GLBT do jeito que tá hoje pe fruto de um passado histórico, sem muitas políticas públicas, nós temos que mudar esta realidade a começar pelas escolas, pelo processo de conscientização por parte dos professores”, concluiu

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