João Batista Machado fala sobre a importância da ACLAC

Fundadores da Academia Codoense de Letras
Fundadores da Academia Codoense de Letras

O escritor codoense, João Batista Machado, falou à repórter Ramíria Santiago (TV Cidade) sobre a criação da Academia Codoense de Letras, Artes e Ciência cujos primeiros sócio-fundadores tomarão posse dia 30 de janeiro, às 16h, no Salão Nobre da Prefeitura.

Questionado sobre se tratava-se de um sonho, o escritor respondeu que Codó estava ficando para trás em relação à outras cidades de porte até menor que o da Princesa do Itapecuru.

“Quase todas as cidades do Maranhão tem academia, tem em Caxias, tem em Rosário, tem em Itapecuru, tem em Viana e Codó não tem, uma cidade importante tinha que ter uma academia e isso chamou a atenção, ficamos para trás e nossa história estava morrendo, é preciso resgatar essa história toda”, afirmou

A IMPORTÂNCIA

João Batista Machado, que será o primeiro presidente da ACLAC, também relatou sua opinião sobre a importância desta criação.

“É de grande importância porque ela vai divulgar a cultura, vai publicar livros dos sócios e não só dos sócios, de outras pessoas (…) precisamos de parceria com a sociedade, com os empresários locais, pessoas do campo cultural, a parceria de todos para divulgar, publicar as obras”, concluiu

A ACLAC continua avaliando o perfil de candidatos a sócio-fundador, para isto continua recebendo documentação comprobatória de requisitos preenchidos na rua Henrique Figueiredo, centro, na residência do primeiro presidente.

Até agora, das 40 cadeiras disponíveis apenas 13 foram preenchidas.

5 comentários sobre “João Batista Machado fala sobre a importância da ACLAC”

  1. Parabéns professor pela iniciativa, tem que ter cuidados na seleção dos imortais, tem muita gente boa por ai que tem o perfil e que vem contribuindo com a nossa cultura, o segredo é não elitizar, juntar a intelectualidade literária com o popular, gente que escreve e que produz cultura e arte.
    Cuidada para não acontecer o que aconteceu no Instituto, elitizaram na fundação e banalizaram depois, tem muita gente que não tem nada a ver, não tem história, não faz historia, não sabe da história e não contribui para com a história do nosso município, resultado, deu no que deu.

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